Virginia conheceu Epstein na propriedade de Donald Trump em Mar-a-Lago (Flórida, EUA), e trabalhou para ele como “massagista” em 2000. Posteriormente, ela se pronunciou sobre os abusos sofridos por Epstein vários anos depois e fez campanha por justiça até a morte do bilionário em 2019, numa cadeia em Nova York (EUA), por suicídio, de acordo com a versão oficial. A americaca foi à Justiça contra Andrew, Epstein e Ghislaine Maxwell, companheira, cúmplice do financista e atualmente condenada por tráfico de menores.


