Imagine um paraíso futurista, ecológico e luxuoso, construído do zero para abrigar 700 mil pessoas e, hoje, praticamente ninguém vive ali. Essa é a realidade de Forest City, um ambicioso projeto imobiliário de US$ 100 bilhões (cerca de R$ 500 bilhões) erguido por uma empresa chinesa na costa sul da Malásia. Construída há quase dez anos, a cidade planejada, cheia de arranha-céus modernos, avenidas largas, parques e prédios culturais, nunca decolou como o governo esperava. Hoje, virou uma espécie de “cidade fantasma de luxo”, com infraestrutura de metrópole, mas sem gente.


