Após o fim da intervenção, uma nova direção assumiu o Cefet e, em 2022, João foi transferido para a Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento do Ensino (Dace), onde conheceu Allane, a outra vítima. Os conflitos continuaram, com a diretora como principal alvo. Durante esse período, João solicitou diversas licenças médicas, em sua maioria motivadas por transtornos como depressão, segundo o diretor-geral. Em setembro de 2024, após longo período de afastamento, ele retornou com atestados psicológicos e psiquiátricos, indicando sua aptidão ao trabalho.


