Os dois homens responsáveis por um dos massacres mais letais da História da Austrália viajaram juntos e passaram quase um mês nas Filipinas, tendo como destino uma região marcada por atividades de grupos ligados ao Estado Islâmico (EI). O Departamento de Imigração filipino confirmou que o homem mais velho — abatido durante o ataque — entrou no país com um passaporte indiano, e que ele e i filho permaneceram por 28 dias no país. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que eles provavelmente foram inspirados pela ideologia do EI para ao promover o ataque.


