De acordo com a investigação da Polícia Civil do Amazonas, Ademar e a mãe, Cleusimar Cardoso, teriam criado e liderado um grupo de cunho religioso e espiritual chamado “Pai, mãe, vida”, que pregava uma suposta “expansão da consciência” por meio do uso frequente de cetamina. A substância, conhecida por causar alucinações e dependência, teria sido utilizada de forma contínua dentro da casa da família e também entre funcionários e pessoas próximas.


