Após mencionar dados relativos aos atendimentos realizados em Goiás, o secretário de Saúde, Rasivel Santos, fez um balanço sobre a qualidade dos serviços ofertados na saúde pública estadual. O secretário engrandeceu a regionalização dos atendimentos realizados no interior de Goiás e pontuou aumento tanto da demanda quanto da complexidade dos casos.
Execução de receitas
Ao falar sobre a distribuição de receitas da pasta, Rasivel Santos mostrou um gráfico que aponta que, do total de recursos, 61,5% foi destinado à assistência ambulatorial, 26% para pessoal e administrativo, 8% em suporte profilático e terapêutico, 4,3% em atenção básica e 0,2% em vigilância epidemiológica.
O secretário também destacou ações realizadas pela SES, como a participação no maior evento de inovação em saúde da América Latina, a conquista do 2º lugar no prêmio de inovação no setor público com o sistema Meu PEP (Prontuário Eletrônico Pessoal) e workshops para promoção de avanços das ações de tecnologia e saúde digital.
Ao abordar a qualidade do serviço, Rasivel apontou que melhorar os hospitais em nível local é fundamental para que a macrorregião tenha autonomia e autossuficiência, o que reduz em mais de 30% o descolamento das famílias que precisam de atendimento, uma vez que saúde é descentralizada.
Por fim, o titular da pasta observou a inauguração do Complexo Oncológico de Referência (Cora), no dia 25 de setembro, e ressaltou que se deu com a unidade já em funcionamento e que o tempo de construção foi de 25 meses.
“Estamos trabalhando com eficiência, eficácia e entrega, garantindo o atendimento às pessoas, sempre com o pensamento de que temos um ambiente de recursos escasso e limitado. Então, não podemos desperdiçar. Isso deixa a gente orgulhoso de poder ver as unidades sendo premiadas. Nós ficamos em 2º lugar do Brasil como o Estado com os melhores hospitais, perdendo apenas para São Paulo. Isso evidencia não só a melhoria do acesso, mais da qualidade do serviço prestado”, frisou.


