Tráfego no estreito caiu e embarcações exigem garantias de segurança antes de cruzar a rota vital para o petróleo mundial.
Centenas de navios petroleiros seguem aguardando para retomar a passagem pelo Estreito de Ormuz, hidrovia por onde circula um quinto do petróleo e gás do mundo. Apesar do cessar-fogo anunciado entre EUA, Israel e Irã, o tráfego marítimo ainda não voltou ao normal devido à fragilidade do acordo.
Apenas cinco embarcações cruzaram o estreito na quarta-feira (8), número abaixo da média dos dias anteriores. Analistas de navegação afirmam que não há sinais de fila ou retomada em grande escala do tráfego.
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O principal obstáculo é a falta de confiança na durabilidade do cessar-fogo. O Irã exige coordenação com suas Forças Armadas e impõe “limitações técnicas” para a passagem, o que gera receio entre armadores. Alguns navios chegaram a pagar “pedágio” ao Irã durante o conflito.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que a passagem segura será possível mediante coordenação com a Marinha do Irã. No entanto, governos ocidentais, como o Reino Unido, exigem navegação livre sem qualquer tipo de cobrança.
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A fragilidade do acordo ficou evidente após Israel afirmar que o Líbano não está incluído no cessar-fogo. Analistas afirmam que o Irã não tem capacidade operacional para gerenciar mais de 100 navios por dia como antes da guerra, o que pode manter o estreito com tráfego reduzido por tempo indeterminado.
Empresas de navegação também enfrentam alta no custo de seguro de risco de guerra e complicações com sanções americanas, o que desestimula a retomada imediata das rotas.
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