Se o TSE não confirmar a candidatura, o PSD pode ter de indicar outro nome ao GDF
O ex-governador José Roberto Arruda (PSD) segue na disputa pelo Palácio do Buriti, mas corre contra o prazo jurídico. Ele tem até 14 de setembro para obter o deferimento do registro de candidatura ao Governo do Distrito Federal.
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Caso o pedido não seja aceito até essa data, o PSD poderá ser obrigado a indicar outro nome para encabeçar a chapa. A indefinição passou a ocupar o centro dos bastidores da política brasiliense.
Enquanto a decisão não sai, Arruda permanece no jogo. Continua articulando apoios, conversando com lideranças e mantendo a estrutura de campanha mobilizada. Aliados demonstram confiança no deferimento; adversários acompanham cada movimento no tribunal.
A presença do ex-governador altera o tabuleiro da eleição. Com reconhecimento elevado no DF, Arruda (PSD) é tratado pelos rivais como um dos principais obstáculos à reeleição no Buriti — o que intensifica o embate político e jurídico.
Uma eventual substituição não seria simples. A saída do nome mais conhecido do grupo forçaria o partido a redesenhar alianças e estratégias em prazo curto, já com a propaganda em curso.
Até 14 de setembro, a disputa pelo GDF caminha em duas frentes: nas ruas e nos tribunais. O deferimento mantém Arruda na cabeça da chapa; a recusa abre crise de substituição no PSD.





