Em pronunciamento no Pequeno Expediente, nesta terça-feira, 27, o deputado Amauri Ribeiro (PL) foi mais um a comentar o segundo turno das eleições do último domingo. O deputado questionou falas anteriores feitas por seu colega Mauro Rubem (PT).
“O senhor falar em democracia e transparência em uma eleição que, após o candidato ser derrotado, sete minutos depois, o candidato recebe o pedido, feito por indicados por seu partido ao STF, de apreensão de passaporte. Que democracia é essa? Que país é esse?”, indagou Amauri Ribeiro.
O peelista declarou, ainda, não ver isonomia e liberdade aos quase 60 milhões de eleitores que votaram em seu correligionário, Flávio Bolsonaro. Ribeiro fez menção a supostos crimes eleitorais cometidos pela candidatura de Lula (PT), que foi reeleito.
“Um candidato a presidente desse país pode cometer crimes eleitorais absurdos. Gastou-se R$450 bilhões de dinheiro público em um país que está praticamente quebrado. Quero ver o seu presidente cumprir as promessas que prometeu”, argumentou Ribeiro.
O parlamentar citou, como exemplos, o reajuste de pagamento no programa Bolsa Família, remissão de multas e pagamentos de R$5 mil via Pix para microempreendedores individuais (MEIs).
“Em um país sério, onde a lei e a jurisprudência realmente funcionam, o seu presidente teria o mandato cassado, por abuso econômico eleitoral com dinheiro público”, declarou.
Por fim, Amauri Ribeiro questionou a inédita prorrogação do prazo de votação por duas horas. “Não foi o Ministério Público Eleitoral que decidiu, não foi o Tribunal Superior Eleitoral, foi o Supremo Tribunal Federal, por meio de um ministro que foi advogado de um candidato”, encerrou.


