“O posto de saúde não dá conta”. O relato é da confeiteira do Morro do Vidigal Fabiana Barbosa, de 36 anos, e resume uma reclamação que é a mesma de muitos moradores de favelas: as unidades não conseguem atender todas as demandas da população. Queixa que é reforçada por testemunhos de longa espera por consultas, falta de médicos e de remédios. Não à toa que a saúde é a área que os entrevistados para a pesquisa inédita realizada pelo EXTRA, com o apoio da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, mais querem ver melhorias na comunidade onde vivem: foi apontada por 42% deles.


