Diante do recuo brusco, a associação defende que o Conselho Curador reavalie pontos específicos das regras, principalmente o piso de R$ 100 e a proibição de mais de uma operação por trabalhador. Segundo estimativas da entidade, caso o piso fosse reduzido para R$ 50 e a limitação fosse retirada, a queda nas concessões seria de cerca de 35%, sem inviabilizar a linha.


