Eles explicam que, com base na Teoria da Autodeterminação, é essencial favorecer três necessidades psicológicas básicas para isso: autonomia, ou seja, dar voz ao atleta nas decisões e treinos; competência, que é adequar desafios ao nível da sua habilidade, e pertencimento, que envolve criar um ambiente de apoio e respeito. Assim, diminui-se a ansiedade por desempenho e o risco de abandono precoce do esporte, especialmente nos momentos de transição da temporada.


