Comissão aprova quebra de sigilo do fundo Arleen, usado na compra do resort Tayayá associado ao ministro do STF e familiares; pastor entrou na sociedade após R$ 20 milhões
A CPI do Crime Organizado aprovou, nesta quarta-feira (19), a quebra de sigilo do fundo Arleen, veículo utilizado na aquisição do resort Tayayá, negócio associado ao ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e seus familiares.
O fundo Arleen tinha como único cotista o fundo Leal, que entre 2021 e 2025 era integralmente controlado por Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro. Documentos obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo revelam que, por meio desse mecanismo, um pastor passou a integrar a sociedade do resort Tayayá após aportes de R$ 20 milhões.
Até então, familiares de Toffoli apareciam como administradores do empreendimento por intermédio da empresa Maridt. A decisão da CPI representa mais um passo nas investigações sobre possíveis irregularidades em operações financeiras ligadas a figuras públicas de alto escalão.
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