“Eu sempre gostei muito de teatro e pensei: ‘Quem sabe não vai me ajudar?’. O curso começava às 20h, eram 19h, toquei a campainha, ninguém apareceu, voltei para o carro achando que tinha sido um mal entendido. Quando eu estava chegando no carro, uma voz me chama. Era o porteiro. Ele disse que o curso já tinha começado. Eu falei do horário e ele explicou que tinha saído errado no jornal, mas foi chamar a professora”, relembrou Dráuzio, de 82 anos, no filme “A vida é uma maratona”.


