Lula teria até quinta-feira para sancionar a matéria. A aprovação por unanimidade nas duas Casas do Congresso foi tratada pelo governo como uma vitória simbólica, embora tenha sido precedida e sucedida por uma série de derrotas de Lula. A mais recente crise teve dois fatores desencadeantes: a mobilização de Hugo Motta (Republicanos-PB) pela aprovação da versão da oposição do projeto de lei antifacção, elaborada pelo deputado bolsonarista Guilherme Derrite (PP-SP); e a insatisfação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) com a nomeação, por parte de Lula, do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.


