A proposta apresentada pelo Iphan não prevê destombamentos na região central da cidade, que concentra a maior parte dos imóveis de valor histórico. Nessa área, haverá acréscimo no perímetro de proteção visando garantir a integridade paisagística do local. As mudanças acontecem, sobretudo, no entorno dos principais rios que cortam a cidade e seus afluentes, que perderiam a proteção na linha de cem metros contados a partir de cada cada margem. Parecer técnico juntado ao processo de rerratificação prevê que, dos 11,89km² protegidos atualmente, restem apenas 7,35km², uma redução de 38,18% da área.


