À beira da orla mais vigiada do Rio e a poucos metros do vaivém intenso de Copacabana, imóveis associados ao presidente afastado da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), revelam uma discrição que contrasta com a magnitude da crise política enfrentada pelo parlamentar. Os endereços, localizados na Zona Sul da cidade, entraram no radar da Polícia Federal na segunda fase do inquérito que apura se Bacellar vazou informações de uma operação para o deputado TH Jóias, atualmente preso em uma penitenciária federal. Alvos de busca e apreensão nesta terça-feira, os três endereços situados em prédios de luxo e apart-hotéis. Segundo funcionários, os imóveis são utilizados por Bacellar para realizar reuniões privadas, guardar pertence e documentos pessoais. Os espaços também seriam utilizados por parentes e amigos próximos do parlamentar.


