O prefeito Eduardo Paes (PSD) já havia se declarado contra a criação de qualquer novo feriado, alegando impacto econômico e risco de desgaste político com diferentes segmentos religiosos. Apesar disso, três vereadores católicos — Rogério Amorim (PL), Vera Lins (Progressistas) e Márcio Santos (PV) — assinaram o projeto, argumentando que a data tem forte simbolismo para os fiéis. Enquanto integrantes da bancada evangélica afirmaram não haver articulação para propor o Dia do Evangélico como feriado, o líder do governo, Márcio Ribeiro (PSD), reforçou que o tema deveria ser discutido com cautela, já que a prefeitura tradicionalmente decreta ponto facultativo em Corpus Christi, mesmo sem status de feriado.


