No começo, era só uma ajuda técnica. O corretor previa palavras, corrigia acentos, e nos livrava de deslizes ortográficos. Mas com o tempo, aprendeu com a gente. Cada mensagem enviada, cada correção aceita ou ignorada, ensina algo novo. O resultado? Uma espécie de “espelho linguístico” personalizado, que reflete nossos hábitos, vícios e gírias — às vezes melhor do que nós mesmos.


