— A gente tinha time, empatou… perder no pênalti é muito pior do que perder no jogo, porque só depende do cara e do goleiro deles. Mas, mesmo assim, esse ano foi maravilhoso — observa Laís, que levou as mãos ao rosto ao fim da partida. — O Arrascaeta, que é meu ídolo, infelizmente não estava ali para bater pênalti, se não, era gol.


