Aliados de Bacellar tentam convencê-lo de que a melhor maneira de manter o controle da Casa seria renunciar à presidência, indicando alguém de seu grupo político como sucessor — sua situação atual, de afastamento definido pelo STF, reforça a indefinição do cenário. O cargo está ocupado pelo vice-presidente Guilherme Delaroli (PL), que, de acordo com o regimento, não pode assumir a função de governador. Em abril do ano que vem, poderá, por exemplo, caber ao titular da presidência da Alerj comandar a eleição indireta de um governador para um “mandato tampão” até o fim de 2026, caso Cláudio Castro renuncie para disputar o Senado, como se cogita. O vice-governador eleito com Castro, Thiago Pampolha, renunciou ao cargo para se tornar conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).



