Segundo investigadores, foi Soraia quem mediou a ida de Deisy a Rondônia para visitar Marcos no presídio. Ela passou à mulher o contato de Karen Cristina da Silva Bastos, esposa do traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, ligado ao CV do Rio e preso naquela unidade, que morava de forma fixa na residência. No processo, há a informação de que, num pagamento de R$ 19 mil feito pela facção, Soraia destinou R$ 3 mil às despesas do imóvel e R$ 9,5 mil aos parentes dos presos como auxílio — Deisy ganhava R$ 500 de pensão.


