Sem a ampliação do prazo proposta por Braga, a pressa das empresas para definir a distribuição de lucros e dividendos deve aumentar. Como mostrou o GLOBO, as mudanças no Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), que entram em vigor em 2026, deram a partida numa corrida das empresas para antecipar a distribuição de lucros aos sócios e acionistas até o fim do ano, num esforço para garantir a isenção desses rendimentos antes que a alíquota mínima para contribuintes de alta renda comece a valer. Grandes companhias, como Vale, Itaú e WEG já fizeram anúncios.


