Mais tarde, ela passou seis anos na Ásia com um mestre Dzogchen (prática budista que envolve o reconhecimento de rigpa/consciência pura, que é a base para a “liberação”) que vivia no Nepal e em Bali, meditando em cavernas, jejuando por longos períodos, aprendendo, servindo e ensinando. Através disso, ela descobriu sua verdadeira vocação: não permanecer escondida em reclusão, mas retornar ao mundo moderno e ajudar os outros.


