Inspirado nas violências urbanas e nas crises ambientais do século XXI, a peça reflete sobre a maldade como traço cultural. A partir da guerra entre duas aldeias, em que um pai perde o filho nos braços, o espetáculo fala das destruições físicas e simbólicas que moldam nossas sociedades — cidades em ruínas, laços rompidos e feridas que permanecem mesmo entre os vivos.


