Brsiliense teve detenção estendida por mais dois dias. Ele foi preso em flotilha humanitária rumo a Gaza
O Tribunal de Magistrados de Ashkelon, em Israel, decidiu prorrogar por mais dois dias a prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila e do espanhol Saif Abu Keshek. A informação foi confirmada neste domingo (3/5) pela família de Ávila.
Os dois integravam a Global Sumud Flotilla, que tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Eles foram interceptados por forças israelenses em águas internacionais, próximo à Grécia.
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A esposa de Thiago Ávila, Lara Souza, informou que a prisão foi estendida até uma nova audiência marcada para terça-feira (5/5). Foram apresentadas cinco acusações contra o brasileiro, todas relacionadas à suspeita de associação com terrorismo e colaboração com o inimigo em período de guerra.
A defesa de Ávila sustenta que não há provas concretas para as acusações, que ainda estão no campo das suspeitas. O ativista segue detido para interrogatório, sem denúncia formalizada.
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Esta é a terceira prisão de Thiago Ávila em pouco mais de um mês. Antes de Israel, ele foi detido no Panamá e na Argentina, onde foi deportado para Barcelona. Israel afirma que os ativistas têm ligação com organização sancionada pelos EUA por suposta ligação com o Hamas.
O governo brasileiro e o espanhol condenaram a detenção em nota conjunta, classificando a ação israelense como violação do direito internacional.
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