Senadora (PDT) cita R$ 390 milhões e cobra UBS e hospital
Pesquisa Correio/Opinião Inteligência Política aponta a saúde como prioridade para 82,3% dos eleitores do Distrito Federal, à frente de educação (43,1%) e segurança (33,1%). O texto da campanha de Leila do Vôlei (PDT) não informa registro no TSE nem o tamanho da amostra.
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Em 2025, o ObservaDF, da UnB, já classificava a saúde como o maior problema para 49,2% dos entrevistados e como a área pior avaliada do governo. Filas, demora e falta de médicos lideravam a queixa.
A senadora afirma ter destinado mais de R$ 390 milhões à área e diz que dinheiro sem gestão não chega à ponta. Defende atenção primária e UBS perto de casa.
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A UBS 9 de Santa Maria, inaugurada em setembro de 2025 com emenda de Leila, registra cerca de 300 atendimentos por dia e quatro equipes de Saúde da Família. Unidades anunciadas em Planaltina, Sol Nascente e Vicente Pires “sequer saíram do papel”, segundo a própria candidata.
São Sebastião, com cerca de 130 mil habitantes, segue sem hospital público. Há recurso desde 2023 e ordem de serviço de R$ 165 milhões assinada em junho; a obra não começou. Leila diz que cobrará o Hospital Regional.
O mandato lista equipamentos — ressonância, tomógrafo, hemodiálise — e 305 computadores para 96 UBS. A pesquisa mede prioridade. A urna mede se emenda vira fila menor.
Variações de título:
- ObservaDF já punha a saúde no topo das queixas em 2025
- Leila admite UBS prometida ainda no papel
- Hospital de São Sebastião tem ordem e não tem canteiro
- Correio/Opinião Inteligência Política coloca a fila na frente do voto
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