Relator do caso das fraudes no INSS determina que investigadores avaliem necessidade de ouvir filho de Lula; Congresso cobra explicações sobre mudanças na PF.
O ministro André Mendonça, relator no STF das investigações sobre fraudes no INSS, determinou que cabe à Polícia Federal avaliar a necessidade de ouvir Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada após a defesa de Lulinha buscar contato direto com o ministro para tratar de uma eventual oitiva.
A Polícia Federal já havia solicitado a quebra de sigilo de Lulinha em etapa anterior da apuração. Desde então, a defesa passou a intermediar pedidos diretamente com Mendonça. O ministro, no entanto, manteve o posicionamento de que a decisão sobre a oitiva deve partir dos próprios investigadores.
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Paralelamente, o Congresso Nacional se movimenta para obter esclarecimentos sobre as mudanças promovidas pela PF na condução das investigações. A oposição apresentou requerimento para convocar o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, a prestar esclarecimentos na Câmara dos Deputados.
A PF agendou para o dia 20 de maio o depoimento da empresária Roberta Luchsinger, investigada por supostamente intermediar pagamentos. O interrogatório ocorrerá por videoconferência e é considerado crucial para esclarecer relações com Lulinha e com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”.
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A troca de delegado responsável pelo caso gerou suspeitas na oposição, que questiona possíveis motivações políticas. A PF afirmou que a mudança já estava prevista e negou qualquer favorecimento.
A apuração segue em curso e deve avançar com os depoimentos marcados. O caso das fraudes no INSS continua sendo acompanhado de perto tanto pelo STF quanto pelo Congresso.
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