— Eu nunca traí. Se já me traíram, nunca me contaram. Já até perguntei, mas sempre negaram — diz ela, também falando sobre a infidelidade: — Geralmente, há a ideia, que eu acho deslocada da realidade, de achar que quem é traído é desinteressante. Há pessoas muito legais, inteligentes, boas de se conviver, com caráter, maravilhosas, que têm desejo sexual… e são traídas. A culpa não é delas. A Zenilda é um ótimo exemplo disso.


