“Foi o cúmulo do absurdo. Ela proibiu toda a imprensa de se retirar do palco, de não fazer imagens dela. E o mais absurdo: até a intérprete de libras foi proibida de exercer o seu papel, tendo em vista que a maioria era surda e muda. A artista levou dos cofres públicos R$ 390 mil por 1h20 de show. Ela quis dizer que não faz questão de tocar em Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia. Será que se fosse em Salvador ou em outras capitais, ela agiria dessa maneira? Foi uma falta de respeito”, disse ele, revoltado.


