A santidade, portanto, é um exercício cotidiano, um ser constantemente em desenvolvimento, que se manifesta em gestos simples e singelos, como um pai ao escolher dialogar em vez de gritar, quando uma mãe decide perdoar em vez de punir, quando alguém silencia para compreender o outro. Pequenos gestos que, somados, constroem uma humanidade mais justa e sensível.


