Retorno do ex-governador pode abalar planos de Celina Leão e reabrir debates sobre influência e rejeição
A disputa pelo Palácio do Buriti em 2026 pode ganhar um novo e poderoso componente: a volta de José Roberto Arruda ao cenário eleitoral. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (assista ao final da matéria), o ex-governador afirmou estar livre para atuar politicamente após um longo período afastado. “Depois de 15 anos muito difíceis, agora estou liberado para voltar a trabalhar pelo Distrito Federal”, declarou, reacendendo especulações sobre uma candidatura majoritária.
Arruda já ocupou cargos de destaque na política nacional: foi governador do DF, senador e deputado federal. Mesmo após condenações e prisão, tentou retornar às urnas em outras oportunidades, mas teve as candidaturas barradas pela Lei da Ficha Limpa.
Agora, com mudanças recentes na legislação eleitoral — que reduziram prazos de inelegibilidade e permitem candidaturas de quem já cumpriu pena —, especialistas consideram viável que ele registre candidatura em 2026.
Nos bastidores, o ex-governador tem dito a aliados que disputaria apenas uma vaga de deputado federal. Publicamente, porém, dá sinais de abertura para outros caminhos: afirma que concorrerá “ao que o povo quiser”.
Essa possibilidade, por si só, já gera inquietação entre pré-candidatos e analistas, especialmente por colocar em risco o favoritismo da vice-governadora Celina Leão, hoje tida como principal nome do governo para a sucessão.
A eventual volta de Arruda reacende memórias opostas: para aliados, ele reúne experiência e preserva uma base eleitoral influente; para críticos, sua volta representa um retorno a um passado marcado por escândalos e condenações.
Independentemente do cargo que dispute, sua presença no jogo tende a reorganizar alianças, estratégias e expectativas na corrida eleitoral do Distrito Federal.



Agora é tarde para Celina Leão repensar quão distante ela esteve do povão! Poder subiu a cabeça, dando como certa, futura governadora do Distrito Federal.
Com a volta do Arruda, tudo muda!
Arruda foi um governador acessível ao povo, visitava frequentemente as regiões administrativas! E quando a população reclamava de algo, ele tratava de chamar o secretário da pasta, para ouvir o povo e resolver a situação.
Ibaneis e Celina, não são acessíveis! Seus secretariado também são distantes do povo
Brasília cheia de problemas de todos os níveis, desde esgotos à céu aberto, a falta de atendimento no SUS e etc…
Àqueles que entram na política, precisam entender que eles têm que estar entre o povo
Ter um governo compartilhado