As desigualdades raciais, porém, foram mais marcantes. Pessoas pretas e pardas representaram mais de 70% dos pobres e extremamente pobres, embora correspondam a 56,8% da população brasileira. Em 2024, a extrema pobreza atingiu 3,9% dos pretos e 4,5% dos pardos, frente a 2,2% dos brancos. Na linha de pobreza, os percentuais foram de 25,8% e 29,8% entre pretos e pardos, contra 15,1% dos brancos.


