O MPRJ ressalta que, nos dois casos, houve tentativas deliberadas de manipular as câmeras corporais. O Termo de Análise de Vídeo cita episódios em que os denunciados tentam desligar, cobrir ou desviar o campo de visão das COPs, com o objetivo de dificultar o controle interno e externo da atividade policial e comprometer a produção de provas. O Ministério Público afirma que continua analisando todas as imagens gravadas durante a megaoperação, considerada a mais letal da história do estado, com 122 mortos.


