“No pós-pandemia, depois do acidente da Marília, o Zé foi ficando mal. O maior problema, de início, foi o cigarro eletrônico, que começou afetar o que ele mais amava, que era sua voz. Ele não tinha voz nem mais para falar. Ele chegava para fazer os shows, não tinha voz para cantar e se anestesiava no álcool. Subia no palco bêbado, e, ao mesmo tempo, tratando a depressão com medicamentos. Tive que fazer um ultimato: ‘Ou você para de beber ou a dupla acaba'”, contou o sertanejo no canal de Andre Piunti no YouTube.



