“Tancinha causou uma comoção geral. Era uma mulherona, meio Sophia Loren, com característica voluptuosa e tudo, mas fofa, frágil, inocente. Eu curtia cada palavrinha dela e pude inventar muita coisa: ao invés de falar “prateleira”, eu dizia “parteleira”. No início fui malhadíssima por causa do sotaque, mas, depois, todo mundo falava na rua: ‘Beto, me tô divididinha’”, diz Claudia.



